Arquivo de junho, 2008

DeMolay’s Grill 2008-1

Pois é pessoal, ontem dia 22/06/2008 foi realizado mais um Demolays Grill. Pra quem não conhece esse é um evento realizado 2 vezes ao ano, pelo Capítulo Joinville No 49 da Ordem DeMolay. O objetivo desse evento além de promover a união entre os irmãos ativos e dos ditos “Dinos” (como já sou chamado) desse maravilhoso Grupo de Jovens, sem nenhum vinculo religioso acreditando somente em Deus e nas virtudes dos homens retos, é também uma forma de divulgar o mesmo.
Sempre quando posso estou presente! É um momento excelente de descontração e de encontros inusitados com os velhos irmãos. Juntos lembramos de todas as experiencias que tivemos como membros ativos e das estórias mais engraçadas principalmente. É incrível como sempre
conseguimos realizar um excelente Grill, quando a união está presente. Ah sem esquecer, é claro, de saborear um maravilhoso churrasco que é preparado pelos Tios e pelas Tias, com a ajuda dos nossos irmãos.
Quem já passou pela Ordem DeMolay, sabe da importância que a mesma tem na nossa vida. Traga seu filho ou venha voc6e mesmo de 12 a 21 anos saborear esse maravilhoso churrasco e conhecer as nossas virtudes.
Pecamos somente num item: hoje não sabemos quantos Grills já realizamos, mas com certeza foram mais que 10!
Meu nome é Leandro Negherbon, atualmente eu sou Consultor da Datasul e devo praticamente tudo o que sou a essa Ordem e a pessoa que me indicou para a mesma! Valeu Digooo (vulgo Rodrigo Luffiego) rsss

Abraços a todos!

segunda-feira, junho 23rd, 2008

“Conhecer e tratar com pessoas precisa habilidade, não é para qualquer um”

Esse texto que irei colocar abaixo é do Max Gehringer, e vale a pena ler e refletir.

A todos, uma boa sexta-feira!!

“Durante minha vida profissional, eu topei com algumas figuras cujo sucesso surpreende muita gente.
Figuras sem um Vistoso currículo acadêmico, sem um grande diferencial técnico, sem muito networking ou marketing pessoal. Figuras como o Raul.
Eu conheço o Raul desde os tempos da faculdade.
Na época, nós tínhamos um colega de classe, o Pena, que era um gênio. Na hora de fazer um trabalho em grupo, todos nós queríamos cair no grupo do Pena, porque o Pena fazia tudo sozinho. Ele escolhia o tema, pesquisava os livros, redigia muito bem e ainda desenhava a capa do trabalho - com tinta nanquim.
Já o Raul, nem dava palpite. Ficava ali num canto, dizendo que seu papel no grupo era um só, apoiar o Pena. Qualquer coisa que o Pena precisasse, o Raul já estava providenciando, antes que o Pena concluísse a frase.
Deu no que deu. O Pena se formou em primeiro lugar na nossa turma. E o resto de nós passou meio na carona do Pena - que, além de nos dar uma colher de chá nos trabalhos, ainda permitia que a gente
colasse dele nas provas.
No dia da formatura, o diretor da escola chamou o Pena de ‘paradigma do estudante que enobrece esta instituição de ensino’.
E o Raul ali, na terceira fila, só aplaudindo.
Dez anos depois, o Pena era a estrela da área de planejamento de uma multinacional. Brilhante como sempre, ele fazia admiráveis projeções estratégicas de cinco e dez anos.
E quem era o chefe do Pena?
O Raul.
E como é que o Raul tinha conseguido chegar àquela posição?
Ninguém na empresa sabia explicar direito. O Raul vivia repetindo que tinha subordinados melhores do que ele, e ninguém ali parecia discordar de tal afirmação. Além disso, o Raul continuava a fazer
o que fazia na escola, ele apoiava.
Alguém tinha um problema?
Era só falar com o Raul que o Raul dava um jeito.
Meu último contato com o Raul foi há um ano. Ele havia sido transferido para Miami, onde fica a sede da empresa.
Quando conversou comigo, o Raul disse que havia ficado surpreso com o convite.
Porque, ali na matriz, o mais burrinho já tinha sido astronauta.
E eu perguntei ao Raul qual era a função dele.
Pergunta inócua, porque eu já sabia a resposta.
O Raul apoiava. Direcionava daqui, facilitava dali, essas coisas que, na teoria, ninguém precisaria mandar um brasileiro até Miami para fazer.
Foi quando, num evento em São Paulo, eu conheci o Vice-presidente de recursos humanos da empresa do Raul.
E ele me contou que o Raul tinha uma habilidade de valor inestimável:… ele entendia de gente.
Entendia tanto que não se preocupava em ficar à sombra dos próprios subordinados para fazer com que eles se sentissem melhor, e fossem mais produtivos.
E, para me explicar o Raul, o vice-presidente citou Samuel Butler, que eu não sei ao certo quem foi, mas que tem uma frase ótima:
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sexta-feira, junho 20th, 2008

“Os 7 Hábitos das Empresas Altamente Eficazes em Serviços”

Recebi esse texto e achei muito interessante e resolvi publica-lo.
Não há muito o que comentar, pois o artigo cerca muito bem o conteúdo desejado.
Vejo que este deveria ser um texto obrigatório no “manual de conduta” das empresas, afinal seja ela de serviço ou produção ela poderá tirar proveito deste artigo “aplicando” em áreas estratégicas, por exemplo: áreas onde existe contato com cliente.
Segue abaixo o texto:
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quarta-feira, junho 4th, 2008